De que forma vê o Kinoshita de 30 anos atrás e o Kinoshita hoje?
Primeiramente, eu não imaginava que o Sr. Kinoshita ia virar o meu sogro. Lá tinham apenas 20 lugares e agora o Kinoshita tem 170. O que mudou mesmo foi a “roupa”, agora a casa está mais moderna. Dos 30 anos do restaurante, em 15 deles adquiri experiência com o chef, e tive muita abertura do Sr. Kinoshita para isso. Brinco que o Kinoshita de hoje começou com uma expansão interna, primeiro. E é isso o mais importante.
Onde busca inspiração para aprimorar suas técnicas e conhecimentos como chef? A inspiração maior eu busco no que meu pai e mãe me passaram. Aquela coisa de berço, os sabores de infância que ficam gravados na nossa memória. O resto vem da nossa arte. Eu adoro ler, cantar, praticar esportes, e acho que é daí que surge grande parte da inspiração. Também dou muito valor à equipe, dou muita liberdade a eles, cada qual com sua história gastronômica, com memória e valores individuais. Gosto de aproveitar o potencial de cada um.Cozinhar é conquistar, é sedução. É preciso muita coragem. Por isso é importante ter bastante referência.
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