Diante desse cenário, sem dúvida, um fator deve estar sempre em evidência: a segurança dos alimentos. Ainda que nos orientemos por métodos diferenciados, como tornar os pratos mais saborosos ao paladar dos pacientes, por exemplo, os processos envolvem desde a qualificação do fornecedor, condições adequadas de armazenamento, pré-preparo, cocção, montagem e distribuição da refeição. Portanto, não há segredo. São metodologias determinadas por legislações e praticadas nos serviços de alimentação, como a checagem da matéria-prima para a confecção de dietas. O importante é supervisionar todos os processos para garantir a execução precisa, sem erros. Afinal, a média diária de refeições que servimos para os pacientes do hospital, incluindo café da manhã, almoço e jantar, é de 1,2 mil!

As diferenças entre os serviços podem ser percebidas no padrão das refeições oferecidas, que variam de acordo com a necessidade particular de paciente para paciente. É esse padrão que vai decidir a atuação dos profissionais mais capacitados, o tipo de preparação mais adequado (mais ou menos elaboradas), e a utilização de utensílios e distribuição que favoreçam a apresentação do prato ou refeição. Na nossa equipe temos dois chefes de cozinha, um que cuida do cardápio, do refeitório, de funcionários, de reuniões e eventos, e outro que atua nas refeições dos pacientes. Ambos trabalham na elaboração de novas montagem dos pratos e treinamento de funcionários, sob a supervisão de nutricionistas e técnicas de nutrição.

 
 

Receitas


Salmão defumado ao molho de kiwi
Surubim ao molho de morango e carambola