Desde que me formei pelo The Culinary Institute of America New York em artes culinárias, na década de 1990, vejo que dois outros motivos estão relacionados a esse fenômeno: o crescimento do turismo – que estreitou o contato entre culinárias de diferentes partes do mundo – e o número de produtos ofertados com a abertura do mercado internacional.

O resultado é evidente. No Brasil, recebemos alunos de 17 e 50 anos que se interessam pela Gastronomia. São, em média, 2,5 candidatos por vaga, que sempre gostaram de cozinhar por observarem, desde pequenos, seus pais e avós, de um modo geral, na cozinha. Hoje, eles querem – assim como Renato, Paulo, Rodrigo e Jefferson – estar no comando.

Por trabalhar desde os 17 anos em restaurantes dos mais variados tipos, sei o quanto é importante passar por todas as etapas necessárias à formação de um profissional: do lavador de pratos até especificamente o chefe de cozinha. Esses e outros aspectos da rotina de trabalho fazem com que os alunos não saiam da escola de gastronomia simplesmente como cozinheiros, mas com uma alternativa maior de carreira, voltada ao empreendedorismo.

 
 

Receitas


Salmão defumado ao molho de kiwi
Surubim ao molho de morango e carambola